domingo, 4 de abril de 2010

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Conversei com o Tempo. Fomos a um café aqui da esquina. Ele come momentos e bebe o espaço. Não falamos sobre ele, nem sobre a chuva; tirei minhas próprias conclusões apenas observando. Ele sim, queria saber tudo a meu respeito. Era insuficiente narrar tudo em detalhes, porque ele sempre estava ali, ele sabia e se fazia de tonto. Narrar introspecções? Que besteira! O malandro sabia!
Até que perguntei: "O que vai ser? O que fazer?".

- Deixe comigo.

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